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Clínica de Bioplastia

Toxina Botulínica

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Logo após sua descoberta, a toxina botulínica era usada somente para rugas da testa, na região entre sobrancelhas e nos temidos “pés de galinha”. Essa toxina tem a propriedade de inibir a contração dos músculos, desta forma, a pele situada acima destes, relaxa e fica com menos marcas e vincos.

Para a finalidade médica, a toxina botulínica é utilizada em sua forma purificada e é aplicada em pequenas doses. Com a capacidade de bloquear a liberação da acetilcolina — um neurotransmissor de mensagens elétricas do cérebro ao músculo — fazendo com que este músculo não receba os comandos para contrair.

Em seguida, o uso da toxina botulínica se ampliou para o terço inferior do rosto, no entorno da boca — código de barras — , no queixo, usada para levantar a ponta do nariz e, atualmente, é possível sua utilização no pescoço, com a nova técnica chamada de Lifting de Nefertiti ou Minilifting.

Sua origem remete à década de 60, quando Alan B. Scott, um oftalmologista americano, buscava alternativas que não fossem cirúrgicas para o estrabismo. Após alguns testes bem sucedidos com a toxina botulínica do tipo A, um trabalho sobre o experimento foi publicado em 1973.

Ao receber autorização da FDA para a utilização em seres humanos, Scott descobriu, na segunda metade da década de 70, que esta mesma substância tinha propriedade de relaxar os músculos, sendo útil para frear movimentos anormais de alguns deles.

A partir do uso terapêutico da toxina botulínica, pensou na sua utilidade para a cosmética. Foram os canadenses Jean e Alastair Cassuthers — oftalmologista e dermatologista, respectivamente — que foram os primeiros a observarem sua proriedade de atuar nas rugas com a aplicação desta substância.

 


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