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Clínica de Bioplastia

Riscos da Bioplastia

riscos da bioplastia

Riscos da bioplastia: Ao se falar em tratamentos médicos e estéticos, é importante ter a consciência que todo e qualquer procedimento, além dos benefícios, podem oferecer alguns riscos. Por isso a importância de estar munido de informações acerca do tratamento que se busca, sendo esse o maior objetivo deste site.

No caso da bioplastia, um procedimento permite ser realizado de forma ambulatorial, ou seja, no próprio consultório, tem criado margem para que outras pessoas não autorizadas façam — ilegalmente — o procedimento. Nestes casos não existe qualquer controle sobre os produtos que são utilizados, tampouco das condições de higiene necessárias para um atendimento qualificado. Esse, sem dúvida, constitui a maior causa de incidência de problemas referentes à bioplastia. Além disso, os materiais necessários para o procedimento de preenchimento, somente devem ser adquiridos pelo profissional médico, uma vez que seu manuseio é de uso restrito.

A bioplastia é um procedimento médico como muitos outros, ou seja, não dispensa o vasto domínio que esta ciência exige, necessário a qualquer profissional da área. Mesmo que todo e qualquer procedimento ofereça riscos, na bioplastia eles são menores pelo fato de os implantes serem minimamente invasivos, realizados sob anestesia local, sem cortes, sem sangramento e sem cicatriz. Este tratamento tem participação ativa do paciente, que permanece acordado diante de um espelho, podendo, assim, acompanhar, verificar e opinar quanto aos resultados, minimizando ainda mais resultados indesejados.

Ainda assim, exitem diversos produtos absorvíveis muito utilizados como o ácido hialurônico, que podem e devem ser utilizados quando o paciente não tem certeza sobre o resultado. Dessa forma, o profissional médico pode anotar a quantidade e a região tratada e, futuramente, realizar o mesmo procedimento, com um produto não absorvível, conforme satisfação do paciente.

Os produtos absorvíveis para preenchimento, como o ácido hialurônico, para o preenchimento são utilizados, principalmente em regiões em que o PMMA não é indicado, como lábios e seios. Nos lábios, porque se cria uma textura diferente da natural e nos seios, porque pode alterar o exame de câncer de mama. Dessa forma, qualquer médico que se proponha a fazer o preenchimento nestas regiões com uso do PMMA, estará fazendo mau uso da técnica da bioplastia.

Antigamente, inúmeras farmácias manipulavam o polimetilmetacrilato (PMMA), no entanto, a partir de 2007, apenas indústrias com controle rigoroso pela ANVISA foram autorizadas a utilizar o produto. Este fato minimizou em muito os riscos como infecção e granulomas, mas ainda assim, é importante que os pacientes observem a procedência do produto.

Dentre as complicações possíveis estão:

– Infecção por germe da pele do próprio paciente ou produtos de má qualidade. Este risco, realmente, é mínimo e pode ser tratado com antibióticos e anti-inflamatório.

– Resultado inestético. Risco mínimo se comparado a qualquer outro procedimento, pois o paciente acompanha acordado e participa ativamente do procedimento.

– Risco de granulomas. Trata-se de uma reação inflamatória local onde podem aparecer pequenos “carocinhos”. Este caso está mais relacionado ao PMMA, sendo menor que 0,05% e pode ser tratado pelo próprio médico que realizou o procedimento. Pode, primeiramente, ser tratado com infiltração intralesional, com triancinolona, 5-fluoracil e xilitol, obtendo resultados muito satisfatórios e, em último caso, optar pela retirada cirúrgica.

Existe, também, a opção para retirada com laser de Co2, principalmente em granulomas mais superficiais. A formação de granulomas tem forte relação com a qualidade do produto e a utilização da concentração certa no local adequado. Atualmente, existem diversas concentrações do produto, 2%, 10%, 20% e 30%. Ao utilizarmos a concentração de PMMA a 30% nos lábios, muito provavelmente, teremos um resultado inestético. Quando isso acontece, o produto pode ser identificado e palpado, o que não é recomendado e constitui uma causa frequente de pacientes insatisfeitos, por isso, não recomendamos o uso de PMMA em lábios, a não ser em casos muito selecionados.

No caso de bioplastia nos glúteos, o único cuidado, além da medicação prescrita pelo médico, é evitar fazer força com o grupo muscular tratado, nos primeiros sete (7) ou dez (10) dias. Ainda assim, podem-se manter as atividades diárias normalmente, como sentar, dirigir, trabalhar etc.

Para tratar as complicações com bioplastia sugerimos sempre buscar pelo mesmo médico que aplicou o produto, pois, geralmente, possuem mais experiência no assunto e lograrão conduzir com maior propriedade o tratamento. Ainda é comum, porém, os pacientes procurarem por outros profissionais, que não o seu médico, e acabarem com cirurgiões sem experiência em produtos preenchedores, nem conhecimento sobre o mecanismo de atuação de cada produto no corpo humano.


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